Sim, na maioria dos casos — mas cada país define quais medicamentos podem entrar,
em que quantidade e com qual documentação. Levar um remédio de uso comum no Brasil sem a receita,
fora da embalagem original ou sem declarar é uma das causas mais frequentes de apreensão na chegada.
Monte abaixo a lista do que pretende levar para o Canadá, a Austrália
ou os Estados Unidos, informe seu email e nós enviamos a orientação item a item.
Selecione se a viagem é para o Canadá, a Austrália ou os Estados Unidos. Cada país tem regras próprias de entrada de medicamentos.
Informe um medicamento por campo. Sempre que possível, escreva o nome, a dosagem e a quantidade que pretende levar.
Informe seu email e envie a lista. Você recebe a orientação item a item, com o que declarar e quais documentos levar.
Leva menos de 3 minutos. A análise é gratuita e chega no seu email.
Os três países permitem a entrada de medicamentos de uso pessoal, mas com limites de quantidade, exigências de embalagem e listas de substâncias controladas diferentes. Veja o resumo de cada um:
Alguns remédios de uso corriqueiro no Brasil são controlados, exigem autorização prévia ou simplesmente não são aprovados nesses três destinos. Se algum deles está na sua mala, vale checar antes:
Para medicamentos de uso contínuo e para qualquer substância controlada, sim: leve a receita em seu nome. Remédios de venda livre, como analgésicos simples, geralmente não exigem receita, mas devem estar na embalagem original. A receita é o documento que comprova que o medicamento é para uso pessoal — sem ela, a autoridade de fronteira pode considerar o volume incompatível com uma viagem e reter o produto.
A tradução não é obrigatória em todos os casos, mas é fortemente recomendada — e praticamente indispensável para substâncias controladas. O ideal é uma carta do médico em inglês contendo o seu nome, o diagnóstico, o princípio ativo (e não apenas o nome comercial), a dose diária e a duração do tratamento. Nomes comerciais brasileiros raramente são reconhecidos por agentes de imigração no Canadá, na Austrália ou nos Estados Unidos.
A Mundo dos Vistos também oferece tradução certificada de documentos quando o seu caso exigir.
A quantidade deve ser compatível com o tempo da sua viagem e com a dose prescrita. Como referência geral: Canadá e Estados Unidos trabalham com o limite de até 90 dias de tratamento, e a Austrália permite até 3 meses de tratamento na dose máxima recomendada, pela Traveller's Exemption. Levar quantidade muito acima do necessário para o período da viagem levanta suspeita de revenda ou importação irregular.
Pode, mas não é recomendado. O ideal é transportar os medicamentos na bagagem de mão, por três motivos: extravio de mala é comum e deixaria você sem o tratamento; o porão da aeronave sofre variações de temperatura que podem danificar o produto; e a inspeção na chegada é feita com você. Se o remédio for líquido e ultrapassar 100 ml, informe a segurança do aeroporto no raio-X e apresente a receita — medicamentos têm exceção às regras de líquidos.
Sim, sempre que o formulário de entrada ou o agente perguntar. Na Austrália, a declaração é feita no Incoming Passenger Card, preenchido ainda no avião. No Canadá e nos Estados Unidos, a declaração é feita na chegada, e substâncias controladas devem ser informadas obrigatoriamente. Declarar é gratuito e não gera problema; omitir é o que gera penalidade.
Como regra, não. As permissões de entrada valem para uso pessoal do viajante ou de quem viaja junto sob os seus cuidados, como um filho menor de idade ou um familiar dependente. Levar medicamentos para entregar a terceiros no destino é tratado como importação e pode exigir autorização específica. Se você viaja acompanhando alguém, leve a receita em nome dessa pessoa.
Converse com o seu médico antes de embarcar para avaliar uma alternativa aceita no destino. Alguns medicamentos comuns no Brasil não são aprovados no exterior — a dipirona é o exemplo mais frequente. As saídas costumam ser: substituir por um princípio ativo equivalente e aprovado, obter autorização prévia quando o país permitir, ou planejar a compra no destino com receita local. Envie a sua lista e nós indicamos em qual dessas situações cada item se encaixa.
Pode, mas quase sempre é necessária uma receita emitida por um profissional habilitado no país, e receitas brasileiras não são aceitas nas farmácias do Canadá, da Austrália e dos Estados Unidos. Os preços também podem ser bem mais altos que no Brasil, especialmente nos Estados Unidos, e uma consulta médica local costuma ser cara sem seguro viagem. Por isso, levar o tratamento do Brasil, dentro dos limites permitidos, costuma ser a melhor opção.
Sim, desde que acompanhadas de receita e mantidas na embalagem original. Informe a segurança do aeroporto antes do raio-X e declare as agulhas na chegada. Para produtos que precisam de refrigeração, use bolsa térmica e leve tudo na bagagem de mão. Vale o mesmo cuidado para canetas injetáveis de uso contínuo, incluindo as usadas em tratamento de diabetes e obesidade.
Você recebe a resposta por email, no endereço informado no formulário. Envie a lista com antecedência em relação à data da viagem: se algum medicamento exigir autorização prévia, carta médica em inglês ou substituição, é preciso tempo para providenciar. Se não encontrar a mensagem, verifique as pastas de spam e de promoções.
Nossos especialistas orientam cada etapa do processo, do visto ao embarque.