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Tradução de documentos para visto australiano, devo ou não fazer?

Tradução de documentos para visto australiano, devo ou não fazer?

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Tradução de documentos para visto australiano, devo ou não fazer?

É comum haver questionamentos sobre a necessidade da tradução de documentos para o visto Australiano. É fácil encontrar relatos na internet de pessoas se orgulhando que tiveram o visto aprovado sem a tradução de sequer uma carta. Isso é maravilhoso! Mas por outro lado, quando o visto é negado por falta de tradução, a grande maioria das pessoas preferem não comentarem. Vejam os dois principais motivos.

O primeiro deles é que dificilmente as pessoas com o visto negado irão expor algo que deixou de fazer por livre escolha e que acabou interrompendo o seu sonho de viajar.

O segundo motivo mais comum é que na maioria dos casos a carta de negativa não consta a informação que o visto foi negado por falta de tradução de documentos . Pois essa carta é embasada no perfil sócio econômico do requerente, então será muito mais comum o oficial entender que a pessoa não tem vínculos com o Brasil (tendo em vista que não entendeu com clareza os documentos fornecidos).

Podemos fazer um processo sem que os documentos sejam enviados com a devida tradução. Mas nesses casos, sempre pedimos que o cliente nos envie um ‘de acordo’, ciente de todos os riscos envolvidos.

Pode haver negativa do visto?

Em novembro de 2019, um desses clientes solicitou que o processo fosse enviado dessa forma e em sua negativa houve o seguinte argumento:

“On 6 November 2019 the applicant applied for a three (3) month Visitor visa (subclass 600) to Australia for tourism, with a proposed stay period of approximately three (3) weeks. In support of their application they provided untranslated genuine temporary entrant, untranslated tax documents, passport, untranslated business documents, untranslated invitation letter and a ID card”, traduzindo: “Em 6 de novembro de 2019, o requerente solicitou um visto de visitante de três (3) meses (subclasse 600) à Austrália para turismo, com um período de permanência proposto de aproximadamente três (3) semanas. Em apoio à sua solicitação, ele forneceu uma carta de intenção sem tradução, importo de renda sem tradução, passaporte, documentos da empresa não traduzidos, carta convite não traduzida e uma carteira.”

Como exposto, o motivo da negativa não foi o fato dos documentos não terem enviados em inglês, mas interferiu no processo como um todo, dificultando a análise bem sucedida dos documentos.

Por quê então a Mundo dos Vistos solicita a tradução se outras empresas dizem não precisar?

Somos especialistas nas leis imigratórias e zelamos pela excelência do processo dos vistos.

Participamos de reuniões frequentes com oficiais de imigração e as leis imigratórias da Austrália são claras.

No site da Embaixada da Austrália no Brasil diz:

É necessário fornecer traduções e cópias autenticadas?

Em sua maioria os documentos que não tenham sido expedidos em inglês deve estar acompanhados de traduções. (https://brazil.embassy.gov.au/brasportuguese/vistofaqs.html#_Translations, em 18/12/2019)

O Federal Register of Legislation divulga publicamente a Migration Regulations que diz em seu artigo 2.53: “(4) If the document is submitted in a language other than English, it must be accompanied by an accurate English translation.” Traduzindo: “(4) Se o documento for enviado em um idioma que não seja o inglês, ele deverá ser acompanhado de uma tradução exata para o inglês.”

Os documentos oficiais como certidões e atestados de antecedentes criminais são fortemente recomendados que sejam apresentados com tradução juramentada dada a importância do documento.

É fato que o valor da tradução de documentos eleva consideravelmente o preço final do visto, que já não é barato. Um visto australiano de estudos hoje (12/08/2021) está em torno de:

Se formos pensar que o visto pode ser negado pela falta de entendimento do oficial com os documentos enviados, esse valor passa a ser aceitável tendo em vista que um novo processo deverá ser totalmente refeito. Pode haver ainda multas da escola (se for o caso), da passagem aérea além de dificultar em um novo processo de visto.

Em caso de dúvidas, consulte sempre nossa equipe de especialistas.

Foto de Marcelo Pinto
Marcelo Pinto

Marcelo Pinto, SEO da SOS Canadá & Mundo dos Vistos, com mais de vinte anos na indústria de turismo e imigração, se destaca como um empresário apaixonado por conectar pessoas a novas culturas e oportunidades. Formado em Turismo, sua missão é facilitar experiências transformadoras. Especializado em processos de vistos, ele enxerga cada cliente como uma história única, buscando transformar seus sonhos em realidade. Sua abordagem vai além da burocracia, focando em criar futuros, reunir famílias e abrir portas para novas possibilidades.


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