Visto para a Coreia do Sul: brasileiros em turismo, negócios, eventos por até 90 dias são isentos do visto consular, mas devem obter a K-ETA — autorização eletrônica de pré-triagem. Requer passaporte válido, prova de saída e hospedagem. Custa ~10.000 KRW (não reembolsável) e sai em até 72h; recomenda-se solicitar 7–10 dias antes. Não vale para trabalho ou longas estadas.
Viajar para a Coreia do Sul faz parte dos sonhos de muitos brasileiros apaixonados por K-pop, gastronomia asiática e tecnologia, mas poucos sabem que não precisam de um visto tradicional para fazer turismo no país por até 90 dias. Basta realizar a emissão da autorização eletrônica de viagem K-ETA antes do embarque e aproveitar a viagem.
Neste guia, você encontra tudo sobre o visto Coreia do Sul, entende o papel da K-ETA e aprende como emitir a autorização eletrônica correta para sua viagem.
A dúvida sobre a necessidade de visto para entrar na Coreia do Sul é muito comum entre os viajantes. Graças aos acordos de reciprocidade internacional, turistas brasileiros contam com a isenção de visto para estadias de curta duração, válidas por até três meses.
Contudo, essa isenção aplica-se apenas ao visto consular tradicional fixado no passaporte. Desde o aumento expressivo no fluxo turístico motivado pela chamada "Onda Hallyu", o governo sul-coreano adotou o sistema K-ETA, que funciona como uma pré-triagem eletrônica, agilizando a verificação no desembarque e assegurando maior controle migratório nos aeroportos internacionais.
A K-ETA (Korea Electronic Travel Authorization) é a autorização eletrônica de viagem oficial da Coreia do Sul que funciona de maneira semelhante aos sistemas de pré-autorização adotados por outros países e faz parte da categoria moderna de vistos eletrônicos e-Visa.
O principal objetivo dessa ferramenta é pré-aprovar o visitante antes mesmo de ele comprar suas passagens ou embarcar no voo. O processo é feito de forma totalmente digital e substitui as burocracias de um atendimento presencial em embaixadas ou consulados para quem pretende viajar a turismo, negócios rápidos ou eventos.
Para escolher a aplicação correta e evitar impedimentos no embarque, é fundamental compreender em qual modalidade a sua viagem se enquadra, pois a autorização eletrônica não atende a propósitos de longa permanência ou atividades remuneradas na Coreia do Sul. Confira a comparação técnica entre as modalidades de entrada:
| Categoria | Finalidade da viagem | Tempo de permanência | Local de solicitação |
| K-ETA (Autorização Eletrônica) | Turismo, negócios, eventos ou visitas familiares | Até 90 dias | Processo 100% online |
| Visto Tradicional Consular | Visto de estudante, trabalho, estágio ou residência | Superior a 90 dias | Embaixada ou Consulado |
| Vistos Especiais | Visto para nômade digital ou programas de intercâmbio | De acordo com a resolução técnica | Embaixada ou Consulado |
Saiba também como solicitar o visto de estudante coreano.
A política de isenção beneficia portadores de passaporte brasileiro comum que viajam estritamente para fins não remunerados. Mesmo isento do visto físico, o passageiro deve cumprir exigências básicas no momento do check-in e da chegada ao país. Para providenciar sua entrada regular, verifique os itens obrigatórios:
A taxa oficial do governo para solicitação da K-ETA é de aproximadamente 10.000 KRW (won sul-coreano), o que equivale a cerca de R$ 40,00 a R$ 50,00, variando conforme a cotação cambial do dia. O recolhimento é obrigatório e não reembolsável pelo governo, mesmo em situações de indeferimento.
O tempo médio de análise informado pelas autoridades é de até 72 horas. No entanto, alterações operacionais, checagens de segurança adicionais ou períodos de alta temporada podem estender esse prazo. Por essa razão, recomendamos submeter o pedido com pelo menos 7 a 10 dias de antecedência do voo.
Embora a taxa de aprovação para brasileiros seja elevada, inconsistências simples no envio das informações resultam na recusa imediata da autorização eletrônica. As causas mais frequentes incluem erros de digitação no número do passaporte, divergências na grafia do nome, fotos digitais fora do padrão exigido ou até mesmo a omissão de dados sobre a hospedagem na Coreia do Sul.
Caso a sua autorização seja negada, o sistema pode exigir a revalidação completa dos formulários ou o direcionamento para a solicitação de um visto consular tradicional. Realizar uma análise preventiva e minuciosa de toda a documentação antes do envio é a melhor forma de proteger seu planejamento de viagem e ter um embarque tranquilo.
Veja também: como adquirir o visto para nômades digitais na Coreia do Sul.
Siga as etapas sequenciais para efetuar a sua solicitação da K-ETA:
A Mundo dos Vistos conta com uma certificação de qualidade ISO 9001 para oferecer consultoria técnica do início ao fim do seu processo. Fale com um de nossos especialistas sobre o visto para a Coreia do Sul e inicie sua aplicação com total segurança.
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Marcelo Pinto, CEO da SOS Canadá & Mundo dos Vistos, com mais de 22 na indústria de turismo e imigração, se destaca como um empresário apaixonado por conectar pessoas a novas culturas e oportunidades. Formado em Turismo, sua missão é facilitar experiências transformadoras. Especializado em processos de vistos, ele enxerga cada cliente como uma história única, buscando transformar seus sonhos em realidade. Sua abordagem vai além da burocracia, focando em criar futuros, reunir famílias e abrir portas para novas possibilidades.