Brasileiro precisa de visto para viajar ao Japão a turismo em 2026?
Brasileiros com passaporte comum podem entrar no Japão sem visto para viagens de até 90 dias enquanto o acordo de isenção estiver vigente, até 30 de setembro de 2026. A isenção abrange turismo, visitas a familiares, trânsito e participação em eventos, mas não permite trabalhar ou estudar. O viajante deve ter passaporte brasileiro válido com chip emitido desde 2011, passagens de ida e volta, comprovante de hospedagem e recursos financeiros suficientes para a estadia.
O que é o Certificate of Eligibility para o Japão e para que ele serve?
O Certificate of Eligibility, também chamado de COE ou Certificado de Elegibilidade, é um documento emitido pela imigração japonesa que comprova que o estrangeiro atende aos requisitos de determinado status de residência. Ele funciona como uma pré-aprovação, facilita a análise consular e é exigido na maioria dos vistos de longa permanência, como trabalho, estudo, residência e cônjuge. O COE não substitui o visto nem permite entrar sozinho no Japão.
Quem solicita o COE para o Japão?
O COE deve ser solicitado por um patrocinador no Japão, e não diretamente pelo estrangeiro. O patrocinador pode ser uma empresa empregadora, escola, universidade ou familiar residente no país. Ele apresenta a documentação à imigração japonesa e recebe as atualizações sobre o andamento do pedido.
Quanto tempo demora o COE e como acompanhar o pedido?
O COE leva, em média, de um a três meses para ser emitido, embora o prazo possa aumentar conforme o volume de solicitações, a complexidade do caso ou a necessidade de documentos adicionais. O solicitante não acompanha o processo diretamente: as atualizações devem ser obtidas com a empresa, instituição de ensino ou familiar que fez o pedido no Japão. Se a espera ultrapassar dois ou três meses, o patrocinador pode consultar a imigração sobre pendências ou atrasos internos.
Quais são os requisitos do Visto de Atividade Qualificada no Japão?
O Visto de Atividade Qualificada exige oferta formal de trabalho no Japão, formação acadêmica ou experiência compatível com a função, atividade autorizada pela imigração, empresa japonesa legalmente registrada, capacidade financeira adequada e histórico migratório regular. A modalidade atende profissionais de áreas como engenharia, tecnologia da informação, pesquisa, educação superior, gestão internacional e outras atividades técnicas ou especializadas.
Quais são os principais tipos de visto para trabalhar no Japão?
Os principais tipos incluem o visto de Engenheiro, Especialista em Humanidades ou Serviços Internacionais, destinado a profissionais qualificados; o Specified Skilled Worker, voltado a setores operacionais como construção, agricultura, hotelaria e manufatura; o visto para descendentes de japoneses, que oferece menos restrições profissionais; e o visto de Estágio Técnico, direcionado a treinamento por período limitado. A escolha depende da formação, experiência, ascendência e atividade que será exercida.
Nissei e sansei precisam de COE e Koseki Tohon para o visto japonês?
Nissei e sansei precisam comprovar a ascendência japonesa com o Koseki Tohon do familiar japonês, acompanhado dos documentos brasileiros que demonstrem o parentesco. O consulado aceita Koseki Tohon emitido há no máximo um ano. Segundo o texto, o Certificado de Elegibilidade é exigido para sansei, netos de japoneses, mas não para nissei, filhos de japoneses; o COE do sansei é emitido no Japão e tem validade de até três meses.